PEDRO SEQUEIRA (1976, Cinfães)

Na minha prática como artista joalheiro, estou mais interessado em rever ou comentar o campo em si: como pode ser entendida a joalharia? Num tempo em que a tecnologia ganha terreno em todas as atividades humanas, tenho tendência para lutar contra ela, voltar ao básico e pensar uma peça de joalharia adicionando conteúdos como materiais da vida quotidiana e juntando-os de forma arcaica. Acredito fortemente na figura do homem caçador-recolector, um modo primitivo e básico de sobrevivência que ainda está ativo nos dias de hoje.   Bio